

De tudo que me é escolhido
por obra de estranho destino
resta-me persistir em palavras no escuro.
Meus pertences,
que me são?
Tudo que tenho é continuar escrevendo.
a quem, se te existes?
para quê?
De que me resta descabida procura?
Não encontro mais letras
tampouco versos que combinem
apenas,
um insano desejo de continuar.
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