A inocência do tempo
A eloquência do fogo
a crepitar no coração desfeito
A Volúpia que transcende
os dias esquecidos
As horas embriagadas
o silêncio do cristal nos teus olhos
séculos no corpo das nossas árvores
A obsessão das pedras em minhas mãos
As aves voaram para o arco íris.
Eugénia Bettencourt
