Arte e Poesia do Rio Grande do Norte (Demétrius Coelho)






Neste engano que é o tempo
Eu caminho. Eu me colho.
Meu trovar, travo, recolho.

Ferida viva eu me agüento.



Neste desdouro eu me encontro
E teço minha parábola
Em tear de silêncio e sôbola

Que, tecendo em nu, confronto.



Com que sem ser, poderia.
Assim caminho, assim canto.
Amor, pena que descanto

Que amante só ousaria.



Myriam Coeli

4 comentários:

Pedro Aruvai disse...

está muito bonito seu blog.
estou participando já... beijãooo

Nicolas disse...

Maravilhoso Blog. Encantador que encanta com as poesias e as artes de muitíssima qualidade. Raro e lindo.

Sandra Godoy disse...

Querida Amiga. Fico sem saber comentar sobre este doce Blog. As escolhas perfeitas que chega a doer a alma de emoção.
Adoro-te cada vez mais.

Sandra

CATAPIMBA disse...

Lindo! Parabéns!