Juan Medina







DOR sem limites...



Alegria a perder-se na noite fria
Brisa suave que não alivia
Uma dor intensa e tenebrosa
Que na alma presente, antes ditosa
Agora embaçada e infeliz
Olha para os lados e diz:
Que a solidão é o que restou
No eco do acabou

Agulhadas profundas
Do abismo oriundas
Corroem e dilaceram
A sombra de sentimentos que derreteram
Na ilusão dos pensamentos
Regados por lamentos
No minúsculo ser que sou eu
Tateante e rastejante no breu
Sem prazer em acordar
Cansada de esperar
Um fim que a salvação será
Certeza disso: Quiçá


Sarah Aline

2 comentários:

ana maria disse...

ESTOU VENDO AOS POUCOS SEU BLOG. COMO NÃO DÁ PRA LER TODOS AS MENSAGENS E POEMAS. ESTOU VIAJANDO
NO SEU MUNDO MÁGICO E PRINCIPALMENTE FOTOS DE ÓTIMOS POETAS.
A ARTE DE JUAN MEDINA SENSACIONAL.
BJS

Fada do Mar Suave disse...

Sarah Aline foi um imenso prazer postar suas poesias neste espaço. Você trouxe um brilho especial e nos cativou com seus escritos delicados, harmoniosos, fortes, iluminados, etc.. etc.. Continue sempre com esta força e beleza que a vida carece de jovens como você.
A mostra de artes de Juan Medina ficou belíssima e emocionante. Um artista perfeito que nos convida a uma interiorização, à transcendência da existência. Uma arte inspiradora e poética.
Um agradecimento especial para todos que deixaram sua mensagem reverenciando os artistas que participaram desta página.
Voltem Sempre!
Com carinho da Fada do Mar Suave.