Hugo Pratt









O Corte






Vi o corte

feio

como

A morte que era

no peito do homem

Ouvi o grito

como

Rugido de fera

da boca

do homem.

E o aço branco

se espelhou vermelho

no reflexo dos olhos velhos

de apenas

20 anos.

E como ele quantos

assim de um tranco

E como ele quantos

assim de um trago

E como ele quantos

amanhã no jornal

“Morreu de Marginal”...




Roberto Queiroz




Um comentário:

Arlete Felfeli disse...

Diante de tantos lindos trabalhos artísticos do Hugo e de Encantadora Poesia de Roberto, eu só posso dizer: Obrigada... Obrigada pelo descansar de meus olhos e mente, embaladas ao som de palavras muito bem colocadas em Poesia que expressam um sentimento, uma ideia, um tema.
Estou amando o BLOG!!!
Está maravilhoso , Fada do Mar Suave!
Vc se supera a cada dia!
E a cada dia... uma Linda Surpresa pra nós , os amantes das Artes, ARTE & POESIA!!!
Parabéns , queirda Fada!!
Lindo o seu trabalho! Estou emocionada com a perfeição das junções de Artes que vc faz e nos encanta!
Sucesso! Muito Mesmo!!!
Beijos!!!
Arlete Felfeli