Dorina Costras






Perdoo – me


Nada justifica a minha palavra
limpa, em paz, por nada. Apenas
perdoo - me antes de ser
perdoada. Me liberto antes que o
outro endureça e me guarde
dentro da sua indiferença. Nunca
fomos tão iguais, como agora.
Errantes, engordamos tantas
indelicadezas - as mesmas, por
uma culpa que nunca é nossa -.

Priscila Rôde

2 comentários:

Marluce Santiago Braz disse...

Que arte mais maravilhosa, virei fã de Dorina Costras e das poesias de Priscila Rôde!! beijinhos

Fada do Mar Suave disse...

Quero agradecer a autorização e o carinho da poeta Priscila Rôde, que encantou com sua poética e sua delicadeza, e à artista plástica Dorina Costras, que trouxe sua arte brilhante, linda e que emocionou a todos que aqui passaram.
Agradeço a cada amigo que entrou aqui, a cada carinho recebido, aos gestos de incentivo que fazem com que continue neste caminho, sempre em busca de algo especial que alegre a alma e anime nossa existência.
Com amor da Fada do Mar Suave.