Criança prodígio, ganhou prêmios desde os 7 anos, convite para expor desde os 12 e tornou-se modelo aos 14. Enquanto aparecia em capas de revistas, também cuidava de suas habilidades. Experimentando coisas novas, tornou-se estilista de moda em Bogotá, na Colômbia. Lauri retornou aos EUA e abraçou a carreira de pintora em tempo integral. "Senti a necessidade de criar algo novo todo dia, fosse uma pintura, um design de interiores ou música clássica. Não seria possível fazer isso em moda porque, depois do sucesso, o negócio se tornava cada vez mais produção e cada vez menos criatividade”, afirmou.
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Devo no fundo desse abismo me odiar
Talvez nada merecer
Conquistar
Vira e mexe um corvo teima em posar nos meus duros ombros
Fico meio de lado e as costas doem
Acabo me achando mais feio do que sou
E quebrar o espelho seria uma saída meio infantil
Dentro de mim eu grito
Um choro, por vezes, alto está no meu fígado
E uma trombeta gigante berra no meu peito
Que peso é esse que carrego?
Em qual parte de mim posso encontrar algo?
Não sei e não tenho ciência se desejo algo encontrar
Posso não reconhecer ou não gostar do que sou
E viver para sempre procurando-me nesse espelho.
Belo Horizonte/MG – Brasil
* Lúcio Alves de Barros é licenciado e bacharel em
Ciências Sociais pela UFJF, mestre em Sociologia e doutor
em Ciências Humanas: Sociologia e Política pela UFMG.
É autor do livro “Fordismo: origens e metamorfoses”.
Piracicaba, SP: Ed. UNIMEP (Universidade Metodista
de Piracicaba), 2004, organizador do livro
“Polícia em Movimento”. Belo Horizonte: Ed. ASPRA, 2006,
co-autor do livro de poesias, “Das emoções frágeis e efêmeras”.
Belo Horizonte: Ed. ASA, 2006 e organizador da obra
“Mulher, política e sociedade”. Brumadinho: Ed. ASA, 2009.








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