




MINAS QUE TARDIA
Até onde vou
Posso segurar o mar nas montanhas,
Onde falo, sinto e vivo,
Estarei indo ao vento de minha Minas,
Gritando por seu triângulo libertário.
Onde estou, como e calo,
Jogo no gargalo a pinga de família
Lacrada pelo latifúndio sombrio.
Onde choro, declamo meu penar.
Passo nas garoas sedutoras,
Sonhando com chuvas chorosas,
Bondosas, como a paz
Que ainda tardia...
Éric Meireles de Andrade
Um comentário:
Que coisa mais fofa este olhar para o céu estrelado! que expressão! É a arte tocando meu coração. uma doçura de poesias do Eric Meireles de Andrade. Fico muito feliz quando estou aqui.
Obrigada Fada do Mar.
Moema Andrade
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